Bonitos, apetitosos e minuciosamente projetados – não há outro termo – para provocarem os mais altos graus de prazer – e vício. Assim costumam ser os itens presentes nos cardápios das redes do que se costumava chamar de “fast food”, mas que nos últimos anos passou a receber um epíteto mais adequado: junk food.

Repletos de sal, açúcar, farinha branca e gordura em suas receitas, esses lanches estimulam diretamente os centros de recompensa do cérebro, e provocam picos de níveis de energia que diminuem rapidamente, o que reduz o nível de glicose no sangue e logo cria o desejo de uma nova refeição.

O consumo constante de junk food está diretamente relacionado ao desenvolvimento de doenças do coração, obesidade, úlceras pépticas, carência de nutrientes e diabetes tipo 2. Isso não quer dizer que você nunca mais deva comer um hambúrguer no shopping. Mas o conhecimento de todos os fatores envolvidos certamente torna o processo mais consciente e até mais prazeroso. Afinal, o melhor tipo de risco é o calculado.